Catarina Meneses destaca força eleitoral e envolvimento das militantes que integraram a candidatura

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A candidata à presidência da Estrutura Federativa de Viseu das Mulheres Socialistas – Igualdade e Direitos (MS-ID), Catarina Meneses, faz uma análise aos resultados das eleições internas realizadas no passado dia 20 de junho, sublinhando a expressividade do apoio obtido e agradecendo o envolvimento das militantes que integraram a candidatura.

Catarina Meneses começa por agradecer “oapoioeoenvolvimentodetantasmulheres” na candidatura que liderou, inspirada pelo mote “Mulheres Elevam Mulheres”.

Relativamente à eleição para aquela estrutura, a candidata destaca ter alcançado “umresultadode grande solidez e expressividade“, ficando a apenas 66 votos da vitória.

Apesar de não ter conquistado a liderança da estrutura distrital, Catarina Meneses salienta que a sua candidatura venceu em 15 das 22 estruturas concelhias existentes no distrito, considerando este resultado “motivo deorgulho” e um reforço da responsabilidade política assumida.

Segundo a responsável, as diferenças registadas nos concelhos de Mangualde, onde perdeu por 45 votos, e de Viseu, com uma diferença de 81 votos, foram determinantes para o desfecho eleitoral, apesar das derrotas tangenciais verificadas em Carregal do Sal, Tondela, Penalva do Castelo e Cinfães.

No que respeita à eleição para a Comissão Política Distrital das MS-ID de Viseu, Catarina Meneses refere que a Lista A ficou apenas a cinco votos da vitória, tendo vencido em 16 das 22 estruturas do distrito. A candidata destacou ainda o resultado alcançado em Lamego, onde a Lista A obteve a maioria dos votos para este órgão.

Catarina Meneses – que felicita  a candidata vencedora, Fátima Lopes, desejando-lhe “umbommandato” – sauda igualmente as novas coordenadoras locais eleitas nos concelhos de Carregal do Sal, Mangualde, Viseu, Vouzela, Cinfães, Lamego, Moimenta da Beira, Nelas, Resende e Tarouca, manifestando disponibilidade para colaborar com todas as mulheres socialistas do distrito, independentemente do sentido de voto.

Recorde-se que a dirigente impulsionou a criação do grupo “Insubmissas”, formalmente constituído a 17 de junho, iniciativa que pretende reunir mulheres e cidadãos da sociedade civil, independentemente da sua filiação política, para promover causas sociais, económicas e humanistas.

Este grupo será aberto à sociedade civil, de todas as alas políticas, e pretende agenciar as causas sociais, económicas e humanistas que hoje tão marcadamente determinam a nossa existência coletiva“, acrescenta.