Exposição de Leonel Moura inaugura nova temporada do Espaço Fundação MEO com uma visão disruptiva da arte

Visualizações 53
0 0

A Fundação MEO assinala esta quarta-feira o Dia Mundial da Arte com a inauguração de uma exposição do conceituado artista português Leonel Moura, que coloca a tecnologia no centro do processo criativo como agente ativo de produção artística.

Lascaux 2.0 marca o arranque da nova temporada do renovado ‘Espaço Fundação MEO’, na sede da MEO, em Picoas, Lisboa, que se apresenta ao público com uma nova identidade visual.

A exposição, a que os visitantes terão acesso em primeira mão durante os próximos 2 meses, das 9h às 18h, propõe uma reflexão sobre a criação artística como processo autónomo, resultante da interação entre algoritmos, robótica e sistemas de decisão não humanos. Trata-se da primeira grande mostra do ano neste espaço, afirmando a ambição da Fundação MEO em promover experiências culturais inovadoras e disruptivas.

Num mundo em que a proliferação de ferramentas como a Inteligência Artificial torna cada vez mais ténue a fronteira entre arte e tecnologia, o Espaço Fundação MEO assume-se como um lugar privilegiado para pensar, criar e partilhar o futuro. Para a Fundação MEO, que acredita na cultura como motor de pensamento crítico, inovação e de uma sociedade mais humana, inclusiva e consciente, é uma honra acolher a obra de Leonel Moura”, sublinha Madalena Albuquerque, Administradora da Fundação MEO.

“Lascaux 2.0 propõe um recomeço. Não é a continuação da caverna, mas o início de uma nova era da arte, feita por máquinas e processos digitais. É a arte do século XXI, digital, algorítmica, robótica e de inteligência artificial, autónoma. É o território que exploro há décadas, onde a imagem deixa de ser representação e passa a ser processo, e onde a autoria se desloca do gesto para o programa. No espaço renovado da Fundação MEO apresento uma síntese do meu percurso, como manifestação dessa mudança. O que aqui emerge é uma nova condição da arte, que existe como sistema, comportamento e produção contínua.”, afirma Leonel Moura.